Expectativa de vida dos gaúchos da Região Central aumenta e chega a 78 anos

Rebeca Kroll

Expectativa de vida dos gaúchos da Região Central aumenta e chega a 78 anos

Estudo do Departamento de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul revela um aumento de 0,43 na expectativa de vida dos moradores da região central do Estado. A expectativa chegou aos 78,12 anos em 2020 e demonstra uma alta ao se comparar com os números de 2018, que registrou 77,69 anos. Apesar do avanço, os números de 2020 já retratam o impacto da covid-19, que ficou entre as principais causas de mortes.

No Estado a expectativa de vida ao nascer chegou aos 77,45 anos em 2020, no entanto, esse número poderia ser maior. A pandemia representou 10% do número total de mortes no ano e levou 9.241 gaúchos a óbito. Sem considerar a pandemia, a expectativa chegaria a 78,48 anos.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (26/7) e integram o estudo “Indicadores de mortalidade para o Rio Grande do Sul e seus Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) — 2010-20”, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG).

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O estudo também avaliou os números com base no gênero e o Estado apresentou uma diferença de mais de sete anos na expectativa de vida de homens e mulheres. Enquanto para a população feminina a expectativa chega a 80,99 anos, para a masculina é de 73,87 anos.

Além disso, as doenças do aparelho circulatório foram a principal causa de mortes no RS e representaram 22,7%. As doenças infecciosas e parasitárias, categoria na qual se inclui a covid-19, saltaram do nono lugar em 2019 para o terceiro lugar no ranking de 2020, correspondendo a 13,5%.

O estudo do DEE/SPGG traz ainda os dados da expectativa de vida média entre as 28 regiões dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul. No período entre 2018 e 2020, a região Nordeste do Estado demonstrou a maior expectativa, 80,55 anos e a região da Campanha registrou a menor, 75,56 anos.  A diferença entre as regiões ficou em 4,99 anos, pouco menor que o estudo anterior, do período 2017-2019, quando a diferença era de 5,53 anos.

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